Luxo em exposição na cidade

Hoje, de manhã fomos tomar o pequeno-almoço no meio de verdadeiras obras de arte, na verdade, arte da relojoaria de luxo da Cartier. No Palacete VIRTUS, na zona do Torel, de 23 a 24 de Novembro, a Boutique dos Relógios Plus e a Cartier convidam a embarcar numa viagem de excepção pelo universo de alta relojoaria da Maison.

Seja pelas complicações sublimemente reinterpretadas ou pelo engaste de pedras preciosas raras e diamantes que encerram, vamos encontrar num espaço deslumbrante um verdadeiro museu de peças de luxo.

Assim são as peças de alta relojoaria que a Boutique dos Relógios Plus e a Cartier apresentam nesta exposição de luxo, patente até 24 de Novembro.. Uma mostra de peças conduzida pelo tempo e que retrata a viagem da Maison pelos meandros da tradição relojoeira e pela integração desta com a tecnologia de ponta.

Totalmente dedicada aos valores da arte do tempo, a Cartier cria movimentos com soluções e materiais inovadores, que dão origem a peças com complicações tão distintas como turbilhões, calendários perpétuos, horas saltantes, cronógrafos, múltiplos fusos horários, relógios misteriosos ou calendários anuais. Calibres de excepção, que dão vida a verdadeiras criações artísticas envoltas em gemas raras e diamantes, que se declinam em estéticas onde o famoso bestiário Cartier está muitas vezes presente.

Um reconhecido símbolo Cartier, a Pantera assume-se como actriz principal em inúmeras peças da Maison. Capturada em todas as suas atitudes, lança-se, ruge, salta, senta-se… exibindo sempre orgulhosamente o seu casaco de diamantes de corte brilhante. Um felino subtil que desperta, em simultâneo, confiança e desejo. Sentimentos que se revestem de uma aura brilhante de luxo e glamour, graças à intervenção da Cartier que, em 1914, introduziu a pantera nas suas colecções, inaugurando a utilização de manchas na joalharia.

Hoje, mais de 100 anos passados sobre o “aparecimento” da pantera Cartier, a Maison continua a dedicar a este felino toda uma panóplia de peças que capturam o seu símbolo máximo nos mais diversos moods: figurativo, gráfico, brincalhão, gentil, selvagem, sensual, feroz ou cinético.

É o caso do relógio Panthère Royale, onde a pantera reina soberana num mostrador salpicado de diamantes de corte brilhante. Como se de um baixo-relevo em miniatura se tratasse, esta escultura em três dimensões recorda uma das primeiras aparições do felino, num alfinete de peito criado para a duquesa de Windsor, em 1949. Em efeitos de profundidade, perspectivas, jogos de brilhos, o diamante está sempre presente, desde a luneta do relógio à escultura da pantera que, aqui, exibe uma pelagem com manchas de laca e resplandece, feroz guardiã de um tempo precioso.