Verão pede bons vinhos

O ano avança, as temperaturas sobem e os momentos de convívio ao ar livre aumentam, mesmo a pedir vinhos frescos e descomplicados, como é exemplo o ‘Lavradores de Feitoria branco 2016’, a chegar ao mercado por estes dias. Harmonioso e de perfil jovem promete ser uma boa aposta para desfrutar à mesa ou com dois dedos de conversa. O mais recente elemento de uma trilogia que se completa com o tinto, cuja colheita de 2015 foi lançada no primeiro trimestre, e com o rosé, a lançar ainda na Primavera.

Malvasia Fina, Gouveio e Síria, de vinhas com idades entre os 25 e os 30 anos, compõem o lote do ‘Lavradores de Feitoria branco 2016’, um néctar de cor citrina limão, com boa densidade aromática, a revelar fruta madura, do tipo ameixa, melão e banana. Na boca, a entrada é fresca, frutada e elegante. Harmonioso, apresenta uma acidez equilibrada, com uma fruta viva e intensa, e alguma mineralidade.

Ideal para consumir desde já, a nova colheita do ‘Lavradores de Feitoria branco’ prima pela elegância que transmite. Perfeito para acompanhar pratos mais leves, como marisco, saladas ou carnes brancas, é um vinho que se comporta igualmente bem quando consumido a solo.

Para quem não se recorda:

Criado em Setembro de 2000, é um projecto único que resultou da união de quinze lavradores, proprietários de dezoito quintas distribuídas pelos melhores terroirs do Douro, repartidas pelas três sub-regiões: Baixo Corgo, Cima Corgo e Douro Superior. Pela primeira vez na região, um grupo de convictos durienses associou saberes e experiências, inovação e tradição, num esforço conjunto e solidário que marcou uma nova época para o Douro. Partilha e associativismo, concertados de uma forma moderna, razoável e inteligente, são os valores subjacentes à Lavradores de Feitoria. Actualmente são 48 os accionistas, dos quais 15 são lavradores proprietários de 18 quintas. Acresce a Quinta do Medronheiro, comprada em 2011 com capital da empresa. No total, têm ao seu dispor uvas provenientes de mais de 600 hectares de vinha.