Sob o signo da Lua

Desde tempos imemoriais que existem mitos e lendas em torno da lua cheia. Muitos sentem-se influenciados pela Lua e em numerosas culturas celebram-se ainda hoje as noites de lua cheia com festas especiais. Indiscutível é o facto de a Lua, devido à sua gravidade, ser responsável pelas marés e, por isso, ter um efeito na Terra e na vida.

Nos renovados modelos Portugieser Calendário Perpétuo com Lua dupla e Portugieser Calen­dário Perpétuo com Lua única, a indicação das fases da Lua constitui não só o centro visual no mostrador, mas é também o destaque técnico de um relógio topo de gama, rico em obras-primas relojoeiras.

No Portugieser Calendário Perpétuo com Lua dupla, os vários ciclos da Lua são representados de forma espelhada para os hemisférios norte e sul. Uma invenção dos engenheiros da IWC, que se fixaram no objectivo de mostrar aos observadores ao sul do equador a Lua corretamente representada no mostrador.

Pela pri­meira vez, o modelo prescinde da indicação da contagem decrescente dos dias restantes até à próxima lua cheia. Os desenhadores, em vez disso, modelaram o mostrador interno da indicação da Lua dupla como céu noturno estrelado na mesma cor do mostrador grande, fazendo com que a Lua e as estrelas pareçam pairar no espaço infinito.

Uma outra novidade do desenho é a introdução do pon­teiro dos minutos caminho de ferro, típico dos relógios Portugieser, o que faz com que o visual do modelo se aproxime mais do original clássico.

As cores a condizer dos contadores da data e do dia da semana conferem ao mostrador um aspecto mais harmonioso e elegante. O mo­delo com Lua única não apresenta alterações visuais, à excepção de ínfimas adaptações do desenho. A altura, no entanto, parece mais reduzida devido ao novo vidro da frente de borda arqueada.

O calendário perpétuo mostra não só os ciclos lunares, mas também os segundos, os minutos, as horas, a data, o dia da semana, o mês e a indicação do ano com quatro dígitos. Programado mecanicamente, o calendário consi­dera as durações divergentes dos meses e até mesmo os anos bissextos.

No entanto, a cada cem anos (2100, 2200, etc.) deixa de se realizar um ano bissexto. Neste caso, o relojoeiro tem que avançar o calendário manual­mente no dia 1 de março.